
AGRUPAMENTO 46
AGUALVA-CACÉM

Ser escuteiro é:
- Um modo muito próprio de estar na vida, quer tenhamos ou não o lenço ao pescoço
- É dar um pontapé no “im” da palavra “impossível”
- É sonhar, acreditar e fazer acontecer
- É ter sempre as mangas arregaçadas
- Ser leal e verdadeiro
- Ter sempre boa disposição de espírito e contagiar os que nos rodeiam com essa alegria
- Ver os problemas como desafios a superar
- Deixar os locais por onde passamos melhor do que os encontrámos
- É chegar a campo e descobrir tesouros em toda a parte
- É viver entusiasmado com a vida
- É ter uma pátria própria e sentir um elo imediato com alguém que se identifica como
escuteiro
- É ver a vida como uma aventura
- Aprender a pensar primeiro no nosso semelhante e ser solidário
- É pertencer a uma fraternidade mundial, com irmãos escutas espalhados pelo Mundo
inteiro
- O chouriço assado na fogueira após o fogo de conselho é o melhor petisco do mundo,
algo de divinal e essencial
- A palavra de escuta é absolutamente sagrada.
- É gostar de chegar a casa a cheirar ao fumo da fogueira e com as meias cheias de folhas
e pauzinhos
- É saborear o arroz a escuteiro e a massa com cenas como iguarias dignas de uma estrela
Michelin
- É dividir uma língua de gato pelos oito elementos da patrulha
- É fazer amigos para a vida
- É encontrar sempre uma solução para os problemas que vão surgindo
- É encolher os ombros quando gozam connosco por andarmos de calções no Inverno e
com jarreteiras nas meias e pensar “coitados não sabem o que perdem…”
- É adormecer debaixo de um céu estrelado, embalado pelos barulhos da noite
- É ter nos nossos animadores/dirigentes os nossos irmãos mais velhos
- É ver com orgulho a cor a desaparecer do lenço e do uniforme e saber que é o resultado
das muitas actividades vividas e locais percorridos
- É ter um instinto protector relativamente aos mais novos e inexperientes
- É sentir que todos confiam muito mais em nós porque somos escuteiros
- É guardar a promessa e as investiduras no lugar da nossa memória reservado aos
momentos mais felizes das nossas vidas
- É conhecer gente que nunca conheceríamos se não fossemos escuteiros e chorar nas
despedidas por pessoas com quem passámos três ou quatro dias e que ficarão para
sempre no nosso coração
- É não conseguir adormecer na véspera de uma actividade com a excitação do que está
para vir…
- É ter alguém que se preocupa e nos anima nos momentos menos bons e em que nos
sentimos em baixo
- É não saber o que fazer nos sábados à tarde dos fins de semana livres
- Apesar da dureza de algumas actividades, é sentir um imenso orgulho no fim
- É abraçar com emoção os pais no regresso de uma actividade
- É ter sempre uma companhia ensonada para enfrentar a noite assustadora quando é
preciso sair da tenda de madrugada para fazer xixi
- É aprender e praticar a arte do desenrascanço
- É saber que cada um de nós tem um lugar e cada um de nós é importante
- É ver em BP um génio
- Mesmo com folhas, paus, terra e pedaços de carvão, a comida nos escuteiros é sempre
deliciosa
- É saber que quando chegamos à sede, temos os nossos amigos à espera, que nos
querem ver e estar connosco
- No regresso a casa, depois de um acampamento de sete dias, é apreciar com deleite a
maravilha de ter uma sanita, tomar um banho quente, comer como um abade e dormir
na cama mais confortável do mundo
- É ouvir os colegas na escola, faculdade e trabalho dizerem “vê-se mesmo que és
escuteiro!”
- É chegarmos cansados a casa, mas mega felizes
- É deixar toda a gente maravilhada com as histórias divertidas e mirabolantes que temos
para contar
- É ter no Agrupamento a nossa segunda família
- É cantar a plenos pulmões “Se eu não fosse escuteiro, o que é que iria ser?”








